<body><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener('load', function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <div id="navbar-iframe-container"></div> <script type="text/javascript" src="https://apis.google.com/js/plusone.js"></script> <script type="text/javascript"> gapi.load("gapi.iframes:gapi.iframes.style.bubble", function() { if (gapi.iframes && gapi.iframes.getContext) { gapi.iframes.getContext().openChild({ url: 'https://www.blogger.com/navbar.g?targetBlogID\x3d12023629\x26blogName\x3dPharm%C3%A1cia+de+Servi%C3%A7o\x26publishMode\x3dPUBLISH_MODE_BLOGSPOT\x26navbarType\x3dTAN\x26layoutType\x3dCLASSIC\x26searchRoot\x3dhttps://pharmaciadeservico.blogspot.com/search\x26blogLocale\x3dpt_PT\x26v\x3d2\x26homepageUrl\x3dhttps://pharmaciadeservico.blogspot.com/\x26vt\x3d5339164314434841800', where: document.getElementById("navbar-iframe-container"), id: "navbar-iframe" }); } }); </script>

Pharmácia de Serviço

Há remédio para tudo ... pharmaciadeservico_at_gmail.com

Filosofia barata

domingo, 31 de julho de 2005
"Quem diz que a educação é cara é porque não sabe o preço da ignorancia."
Sócrates (o de cá ...)

Ora Sócrates (José, evidentemente) diz que a educação não é cara ...

Reivindicações de 40 ton

sexta-feira, 29 de julho de 2005
Será que se trocarmos os nossos automóveis por veículos pesados, passarmos a circular nos principais exos rodoviários a passo de caracol, fazendo reivindicações as mais diversas e variadas, o governo cede e passa a fazer-nos as vontades todas?

Vactio legis

Doravante todos as leis aprovadas pelo nosso parlamento vão passar a entrar em vigor vinte anos após a sua publicação, começando a produzir efeitos jurídicos passadas que sejam duas gerações.

"pois"

quinta-feira, 28 de julho de 2005
Vai "ficar" assim a "reforma" que o governo "vai fazer" à administração pública:

POIS

O respeitoso membro de azevedo e silva
nunca perpenetrou nas intenções de elisa
que eram as melhores. Assim tudo ficou
em balbúrdias de língua cabriolas de mão.

Assim tudo ficou até que não.

Azevedo e silva ao volante do mini
vê a elisa a ultrapassá-lo alguns anos depois
e pensa pensa com os seus travões
Ah cabra eram tão puras as minhas intenções

E a elisa passa rindo dentadura aos clarões.

Alexandre O'Neill
~ Entre a cortina e a vidraça ~

Substituições

A substituição de juizes por licenciados em direito, apesar dos protestos dos magistrados, tem toda a lógica - são todos "oficiais do mesmo ofício"!

O mesmo se diga da substituição de qualquer ministro por um "sem abrigo"!

Plano "poupança-funcionário público"

Carreiras: Governo diz que vai poupar 140 ME num ano

"Num semestre, o Governo vai poupar entre 65 e 70 milhões de euros e num ano 140 milhões de euros", declarou o secretário de Estado da Administração Pública, João Figueiredo, durante o debate parlamentar sobre a proposta de congelamento de carreiras, que será votada esta tarde.

Mais pouparia se, radicalmente, deixasse de pagar aos funcionários públicos!

E mais: poderia ainda obter alguma receita se todos os funcionários públicos, para além de deixarem de receber vencimento, passassem a pagar uma taxa diária para poder entar no "serviço" (e que corresponderia ao valor da renda das instalações, água, electricidade, gás [este, pouco ...] telefone, ligação à net [essencial ...], papel [inclusive o higiénico], consumíveis, limpeza e desgaste do material a que a "jorna" dá origem). "A bem dizer", uma espécie de "taxa moderadora"!

Isso é que era poupar!
E "no poupar é que vai o ganho"!

"Admirações"

Actividade económica em Portugal piorou em Julho.

Olha o favor ... !
O contrário é que seria estranho!

Expressividade

Mais uma "expressiva" vitória do Benfica, por 1-0, sobre o portentado futebolístico que é o Barreirense!

O "esfregão" II

Ao que consta, o proto-candidato-PS-que-não-é-candidato-se-o-outro-for-candidato-mas-ainda-não-sabe-bem, vulgo "o esfregão", já anda a ler um "best seller", publicado em 1996 (desaparecido das bancas num ápice, saiba-se lá porquê [daí "best seller"!] e nunca "reaparecido" nos afarrabistas [suspeitando-se que tenha tido o fim relatado no "Fahrenheit 451"]) de seu título, Contos Proibidos - Memórias de um PS Desconhecido. Autor: um tal Rui Mateus.

A leitura destina-se apenas a aprofundar os conceitos de "amizade" e "destino"!

As explicações II

Somos um país de explicações.

As explicações da ministra de educação sobre os limites à acumulação dos professores confirmam o que já foi dito: as explicações vão continuar.

Mais do que isso: a necessidade de explicações para suprir as manifestas insuficiências dos alunos (produto do sistema de ensino) e do próprio sistema de ensino (produto de quem ensina e de quem manda) vai continuar; mas continuar de forma cada vez mais "legitimada".

Na verdade, sobre as explicações, Maria de Lurdes Rodrigues afirmou que quer "tornar difícil, se não impedir" que os professores cobrem este serviço aos seus próprios alunos ou do respectivo agrupamento de escolas, considerando que "não são aceitáveis, nem éticas".

Segundo o entendimento da ministra basta que os profesores não "cobrem" as explicações aos seus próprios alunos (!!!!!) para as coisas ficarem nos seus devidos sítios.

Ou seja, o "sistema escolar" vai continuar a assegurar o (pouco) "sucesso escolar" através de um "sub-sistema" de explicações, ministradas pelos próprios professores (desde que a alunos do professor/escola vizinho/a), "sub-sistema" esse, que não obstante ser oficialmente admitido e reconhecido, continua a ser um elemento de distorção do sistema fiscal, por um lado, porque não permite a dedução das despesas com explicações em sede de IRS, (como despesas com a educação) e por outro, porque é um factor de injustiça fiscal, já que as mais das vezes, o rendimento das explicações não é considerado em sede de IRS, categoria B; o que é por dizer, em termos mais do agrado do governo, que nestes casos há fuga fiscal que seria conveniente combater (por causa de uma coisa que se chama princípio da igualdade tributária e de outra que se chama "défice").

A não ser que o governo pretenda apenas evitar que os profesores acumulem funções com o ensino particular, mas continuem a ter reduções no tempo lectivo no ensino oficial! Para dar explicações!
Assim se "compra" o silêncio!
Sintomática é a posição "concordatária" dos sindicatos a respeito destas medidas!

As explicações

quarta-feira, 27 de julho de 2005
As explicações do governo sobre os novos limites à acumulação da actividade docente com outras actividades (explicações, formação, consultoria editorial) são do mais básico possível.

Ouvindo a proposta, seríamos levados a pensar que o governo estaria preocupado com o ensino (ou a falta dele), com o seu (baixo ou inexistente) nível, com o que é (ou não é), hoje, a escola; enfim com mil e um problemas que vão hipotecando o saber e o conhecimento das próximas gerações (já sem falar na educação, como conjunto de normas de conduta social, de cujo ensino a escola se demitiu por completo e a maioria confunde com "liberdade").
E por isso iria melhorar e disciplinar a prestação dos professores, impor a disciplina entre os alunos, pôr ordem no pessoal administrativo e auxiliar, fazer com que os alunos repeitem os professores e funcionários e estes se façam respeitar, fazer com que os pais respeitem a escola e desempenhem também a sua parte na missão educativa, fazer com que quem não saiba não passe de ano, acabar com a necessidae de explicações por manifesta insuficiência pedagógica da escola e falta de bases devido ao sisytema de ensino - enfim "pôr ordem na escola".

Afinal não!
O que o governo apenas pretende é garantir mais oportunidades para licenciados no desemprego e estabelecer regras mais transparentes, designadamente com o aumento do leque de incompatibilidades.

Portanto os objectivos do governo nada têm a ver com as manifestas carências e deficiências do nosso sistema escolar.
O que o governo pretende apenas é garantir explicações e cursos de formação aos professores que ficarem sem colocação ou aos recém-licenciados.

Para estes, o trabalho são explicações e cursos de formação do IEFP e quejandos.

Deste modo ficam caladinhos e "desaparecem" das estatísticas do desemprego!

Quanto à insuficiência didática das escolas fica exactamente na mesma ou ainda pior!
Os alunos vão continuar a necessitar de explicações como de pão para a boca - não por serem intrinsecamente "maus alunos", mas porque ou lhes faltam as "bases" ou o ensino é feito de forma e em condições deficientes.

Explicações "regiamente" pagas por quem tem posses ou se sacrifica para isso.
Quem, ainda que com sacrifícios, não puder proporcionar aos seus filhos essas explicações, ve-los-à a ficar irremediavelmente "para trás".

Chama-se a isto "sistema democrático de ensino público"!

Já agora [a conversa é como as cerejas ...]: seria deveras interessante que este nosso governo - que tão boas ideias nos tem proporcionado no que toca a aumento de impostos para reduzir o défice (e já agora [lá está ... as cerejas ...] para financiar as "faraónicas pirâmides" Ota e TGV) - fizesse com que as despesas com explicações, tituladas pelos respectivos recibos em forma devida (esse verdadeiro "vazio existencial" ...), pudessem ser consideradas para efeitos de dedução (como despesas de educação) em sede de IRS.

Por três ordens de razões (... onde é que já ouvi/li isto?):
- porque as explicações fazem intrinsecamente parte do nosso sistema de ensino, como se pode verificar pelo que fica dito;
- porque assim tornaria o sistema um pouco mais democrático (atenuando o esforço tributário dos que têm menores rendimentos mas insistem em proporcionar o melhor aos seus filhos);
- porque assim seria aumentada a tributação em sede de IRS, categoria B, trabalho independente, atenuando o défice e criando maior justiça tributária.

A vida costa ...

(O título é absolutamente "rézeiro", mas "para o que é, bacalhau basta" ...; aliás, trata-se de uma expressão absolutamente consensualizada no acervo linguístico-cultural português...)

O Costa (o verdadeiro Costa, o) António, depois de ter anulado o concurso para os helicópteros de combate a incêndio, abertos pelo anterior governo porque ... blá, blá, blá blá, ... alguém estava a ganhar dinheiro com isso, acabou por adjudicar o mesmo serviço às mesmíssimas empresas, mas agora pagando mais por menor capacidade de transporte de água.
Mas assim ficou garantida (não se sabe bem porquê!) a transparência e honestidade do negócio.

Ora "prontos"; "esta" já estava passada, sem grandes "chatices".

Mas como "não há uma sem duas", o mesmo Costa, que anadava mortinho por ver se alguém descobria algum "escândalo" no concurso para para o Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP) - e vai daí pediu pareceres sobre o concurso (aberto pelo anterior governo e adjudicado quando este se encontrava em gestão) a todo o "bicho-careta", não tendo conseguido mas do que atrazá-lo - voltou a negociar com a mesma empresa, a SLN, a que se encontram associados nomes de vários notáveis do PSD.

Então agora, perante este desfecho, o que irá pensar toda a gente?

Que, afinal, os partidos e os respectivos governos, fazem barulho, muito blá blá, mas acabam por repartir entre si, e entre as suas gentes, as prebendas dos Estado ...

A vida não é fácil ... (só para não repetir o título...!)

O "esfregão"

Manuel Alegre recusa pressões para apoiar Mário Soares

«Nenhuma pressão encomendada condicionará aquilo que só eu livremente entendo dever fazer», afirma deputado, desmentindo «categoricamente» que estará a preparar apoio ao antigo chefe de Estado


Sem comentários ...
(não vale a pena "torcer" mais o "esfregão" ...)

Est modus in rebus

Carrilho está disponível para, «a dois (já é perfeitamente consensual), a cinco (em grupo), na rádio (só com som) ou na televisão (com som e imagem)» ... fazer todos os debates.

Ainda que, ao que parece, o que está em causa sejam "debates", est modus in rebus, sunt certi denique fines ...

Situção laboral

Administrador da TAP nunca viu «estudo a justificar a Ota»

Em entrevista ao Diário de Notícias Fernando Pinto diz também que a Ota «é longe», mas reconhece que « Lisboa vai precisar de um novo aeroporto»


Em termos laborais, este gestor entrou no estádio comummente designado: "estás feito ao bife"!

Abyssus abyssum invocat

Ota e TGV vão mesmo avançar

Ministro da Economia afirma que projectos são compatíveis com as medidas de rigor orçamental, e aponta a necessidade de não se perder tempo, nem terreno, em relação a Espanha

Traduzindo: "a asneira puxa a asneira"!

Ai agora ...

«O investimento público não faz milagres»

Grupo de 13 economistas questiona, em manifesto, as grandes obras públicas. Falam em «projectos sem comprovada rendibilidade económica e social» e em «experiências fantasistas» que poderão ser «desastrosos» para um país que «vive uma profunda crise».


Depois de burro morto ... cevada ao rabo!

O ranço!

terça-feira, 26 de julho de 2005
Sócrates tem tudo de "ratinho": manhoso, façanhudo, com aquela esperteza rasteira que não "voa" mas "desarma".
A bem dizer, nada de mais que a esperteza-regra no campo dos políticos portugueses. Que, aliás, tem sido o quanto-baste para votações homéricas em salvadores-da pátria-posteriores-perfeitos-desastres.

O que vem a propósito de eleiçõe autárquicas.

O PS deve estar convencido de que vai levar uma "abada". Mau grado a "amnésia estival", que "limpa", em Agosto, a memória das agruras e trogloditices governativas do semestre.

Mas para criar um "motivo de conversa de chacha" (para excluir o francesismo "fait divers") que ocupe as mentes de uma mole imensa que se deleita com as pasquinices mais bárbaras, vá de atirar para a arena o candodato PS às presidenciais: Mário Soares.

Enquanto Cavaco continua "embezerrado" a "pensar sobre a morte da bezerra", Mário Soares vai dando alento a uma esquerda que já se encontrava rendida, alento esse que vai servir tanto para as presidenciais como para as autárquicas.
Aqueles votantes socráticos, que desiludidos com o seu voto por terem que "trabalhar" mais uns anitos, por andarem a ser sarnados pelas finanças ou segurança social (esqueceram-se, sem querer, de qualquer cosita...) ou por terem que pagar a gasolina mais "carota", sentem uma renovada esperança.

"Soares é fixe"!
É a imagem do "nacional-porreirismo". E todo a gente gosta de "gaijos" "porreiros". E gosta de ser um "gaijo" "porreiro". E só é "gaijo" "porreiro" quem vota no "Mário". Porque (a ilusão é uma coisa tão bonita) o Mário é um "gaijo" "como nós"! E o Sócrates também (a ilusão não deixa ver nada; só foi pena aquela dos impostos e da idade da reforma)!

E então, vá de votar nas autárquicas. No PS claro.
E nas presidenciais "tá visto": "só dá" Mário!

Até lá, "conversas de chacha" sobre o "duelo" Mário/Cavaco, a idade do Mário, a fundação a ajudar à campanha, a campanha a ajudar a fundação, a importância das presidenciais, a importancia da esquerda dominar (ou não) todo o estado (como em 1995), o que é por dizer, todos os órgãos de soberania - presidente da república, assembleia da república, governo.

Será que a "direita" vai reagir? - ou preferirá "emaranhar-se" na sua própria "viscosidade"?

Portugal

segunda-feira, 25 de julho de 2005
Del atlántico mar en las orillas
desgreñada y descalza una matrona
se sienta al pie de sierra que corona
trsite pinar. Apoya en las rodillas

los codos y en las manos las mejillas
y clava ansiosos ojos de leona
en la puesta del sol; el mar entona
su trágico cantar de maravillas.

Dice de luengas tierras e de azares
mientras ella sus pies en las espumas
bañando sueña en el fatal imperio

que se hundió en los tenebrosos mares,
y mira como entre agoreras brumas
se alza Don Sebastián, rey del misterio.

Miguel de Unamuno
~Rosario de Sonetos Líricos~

Parecenças

Será que Mário Soares vai ser mesmo o Carmona da III República?

Percebi-te ...

1. A propósito da tri-candidatura de Mário Soares a Belém, Assis, candidato do PS ao Porto, dixit: A Presidência da República transformava-se em factor de instabilidade permanente da vida política nacional, mesmo que esse não fosse o objectivo do próprio Cavaco Silva, e transferiria a sede da oposição do Parlamento para Belém.

Como se torna evidente, esta afirmação só pode ser efeito dos estalos que Assis apanhou em Felgueiras, ao revelar uma total amnésia sobre o que foi a presidência da república quando Mário Soares estava instalado em Belém e Cavaco Silva era primeiro ministro.

2. Revela também que o PS prossegue agora aquilo que verberou na "direita" quando Freitas, agora no governo, se candidatou contra Mário Soares, com base na ideia de "um presidente, uma maioria , um governo".
Então, à segunda volta, a esquerda toda, mesmo engolindo sapos, correu a votar Soares, para contrariar este desígnío - não era possível que tudo ficasse nas mãos da "direita".

Mas agora já serve ficar tudo nas mãos da esquerda!

Não há nada como a coerência!

3. Por falar em coerência, Mário Soares "terá" afirmado, a quando de um "piquenicão" por ocasião de um dos seus muitos aniversários, que se tinha retirado de toda a actividade política activa.

A "palavra" acima de tudo!

4. Manuel Alegre merece cada vez mais aquela estátua em Coimbra. Pode mesmo dizer-se que está perdoado de todos os seus pecados (ainda que, por natureza, um ateu/laico não peque).
Na verdade, um tipo que é tratado como um "esfregão" pelo seu PS - todo ele, bases e dirigentes, inimigos ou amigos (mal por mal, são preferíveis os inimigos) - e ainda não se deu conta que é "torcido"à medida das necessidades e, por cima, afirma que "a mim ninguém me cala", merece mesmo uma estátua.

Não importa a razão. Isso agora já é completamente indiferente; pode ser por tontice ou por perseverança.

Comunicado de imprensa

Face ao avanço dos "mouros" (que para além da superliga, ganharam ao portentado futebolístico do WBA) e perante a necessidade de um candidato lutador, capaz de derrotar os seus opositores e unir todos os portugueses, Afonso Henriques, convocou uma conferência de imprensa para os claustros do Panteão Nacional da Igreja de Santa Cruz, em Coimbra (amavelmente cedidos para o efeito pelo Presidente da Câmara Municipal de Coimbra) onde irá anunciar a sua disponibilidade para uma candidatura à Presidência da República (não obstante ser um profundo crente da monarquia, o que nada invalida), tendo em conta as actuais circunstâncias que o país atravessa e a necessidade de um candidato que vá buscar votos à esquerda e à direita (já que o centro está garantido).

A candidatura será apresentada dentro de dias, após conversa com a família, (D. Mafalda, respectivos filhos, mais os filhos bastardos [sem as respectivas mães]) e com alguns conselheiros (Egas Monis [o Aio, não o Nobel], Geraldo Geraldes o Sem Pavor e Gonçalo Mendes da Maia [Martim Moniz não poderá estar presente por ainda se encontrar "entalado" em Lisboa]).

Fim do fim de semana

Acabou-se o fim de semana.
Entretanto ficou-se a saber que Mário Soares se apresta para ser candiadato à Presidência da República.
O PS, pelo seu chefe, já veio avisar que a candidatura terá o apoio do PS.

????????
!!!!!!!!!!!

A declaração do património do ministro e as declarações do ministro

sexta-feira, 22 de julho de 2005
Falando no final da reunião do Conselho de Ministros, Pedro Silva Pereira reiterou a tese do Governo de que o ministro de Estado e das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos, na qualidade de presidente da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), "não estava obrigado a apresentar anualmente a sua declaração de rendimentos e património no Tribunal Constitucional".

"O ministro de Estado e das Finanças cumpriu o seu dever de entregar a sua declaração no início do seu mandato como presidente da CMVM e entregará agora outra, como prevê a lei, no final do seu mandato como presidente da CMVM", sustentou o ministro da Presidência.

Pedro Silva Pereira sublinhou ainda que Teixeira dos Santos só teria de entregar no Tribunal Constitucional uma declaração de rendimentos e património a meio do seu mandato "se houvesse alterações significativas face à sua primeira declaração, o que não aconteceu".

"Em Portugal, a função de presidente da CMVM é das que está sujeita a maiores regras de transparência. A declaração de rendimentos do presidente da CMVM é publicada anualmente no relatório e no site da instituição", acrescentou.


Apesar de mui judiciosas, estas considerações não são absolutamente correctas.
É evidente que o senhor ministro falou sem ver a lei.
E é feio falar de cor - tanto mais que o senhor ministro, ao que consta, é jurista e mestre em direito - ainda que seja para "safar" um recém empossado ministro das finanças.

Atente-se no que dispõem os nºs 3 e 4 do artigo 2º da Lei n.º 4/83, de 2 de Abril, com as alterações introduzidas pela Lei 28/83, de 25 de Outubro e pela Lei 25/95, de 18 de Agosto:

3 - Os titulares de cargos políticos e equiparados com funções executivas devem renovar anualmente as respectivas declarações.
4 - Não havendo lugar a actualização da anterior declaração, quaisquer declarações subsequentes poderão ser substituídas pela simples menção desse facto.


Assim temos que:

1. Um titular de cargo político deve renovar anulamente a sua declaração de património e rendimentos.

2. É titular de cargo político qualquer membro das entidades públicas independentes previstas na Constituição e na lei (alínea l) do nº 1 do artigo 4º).

3. Sendo a CMVM uma dessas entidades publicas independentes previstas na lei, o seu presidente será, então, o que a Lei nº 4/83 designa de titular de cargo político.

4. Sendo titular de cargo político deve, nos termos do acima citado nº 3 do artigo 2º da Lei nº 4/83, renovar anulamente a sua declaração de rendimentos.

5. Não se vislumbra na lei, nem em nehuma outra parte, aquela "inovação" feita pelo senhor ministro de que o presidente da CMVM não está obrigado a renovar anulamente a sua declaração.

6. Lamenta-se que o senhor presidente da CMVM não tenha tido durante todos estes anos nenhuma actualização/aumento do seu vencimento. Mas se a teve, isso provoca uma alteração nos seus rendimentos declarados, que obriga à actualização da declaração (artigo 2º, nº 4, da Lei nº 4/83).

É natural que o senhor ministro fale para a generalidade da população, que não conhece as leis, e que acredita que um ministro diga sempre a verdade, ainda que tal não tenha nem seja necessarimente assim - quod est demonstrandum.

Mas nem todos "engolem" tudo.

"Fugir para a frente", omitindo e deturpando, para não se reconhecer a falta, é mais grave do que a própria falta.

Grave e revelador de "má consciência".

Fantasia

A demissão do ministro das finanças teve a virtualiade de mostar, se ainda necesário o fosse, que o primeiro ministro se norteia por uma desmesurada busca de um populismo fácil, que através da repetição catatónica da existência de um plano "mirífico" para salvar o país, lhe vá assegurando o poder com confortável popularidade.

Como se tal não bastasse, constata-se também que as ideias "estatistas" ou "estatizantes", mais do que existirem dentro do governo, têm a força suficiente para "empurrar para a rua" um ministro das finanças e impor os seus pontos de vista. Assim, aqueles que viram nos idos "planos quinquenais" a virtualidade do estado socialista, são os que agora continuam a apostar no estado como motor da economia e do desenvolvimento económico.

Chama-se a isto "juntar-se a fome à vontade de comer".

Para agravar esta conjuntura, a necessidade do governo "dourar a pílula" do facto de estarmos a ser esportulados "até ao tutano" em impostos, a título de um "equilibrio orçamental" que afinal serve apenas para obter dinheiro para o governo esbanjar em despesas faraónicas e/ou perdulárias, face ao período eleitoral que se avizinha, em que vão estar em causa autarquias e presidencia da república.

Sintomáticas são as declarações do líder da Associação Nacional de Autarcas do PS, Mesquita Machado, na pag. 3 do Público impresso de hoje (já nem vale a pena tentar o link), onde este manifesta a sua imensa "satisfação e regozijo" com a demissão do ministro das finanças, pois ele "não tinha sensibiliade para os problemas das pessoas", "falhava na parte humana", bem como, simultaneamente, o apreço pelo novo titular do cargo, que é "é uma excelente escolha, porque tem a componente técnica e humana".
É claramente "visível" a mensagem subliminar (de mais a mais vinda de um autarca/dinossauro ...

Aliás para confirmar que o novo ministro das finanças é um "gajo porreiro" - que é isso, verdadeiramente, que está em causa: os ministros têm que ser "gajos porreiros" - basta ter-se visto a carinha de contentamento do "professor" (dizia a jornalista televisiva, com aquela costumeira papalvice, que é assim que o chamam...) ao prestar declarações, após a posse no cargo que vinha perseguindo há anos.

Este é aliás o esteriótipo do comportamento dos governos PS desde que entraram na história da política portuguesa: tratando de assegurar uma popularidade (leia-se "votos") junto da mole eleitoral que os apoia e elege (que se caracteriza por se deslocar sempre debaixo do chapeu de chuva do estado (providência) à procura de benesses e colocações, oportunidades de bons negócios ou de ajuda "social" enquanto vive de expedientes e faz "biscates", uma mistura de neoburguesia proletária e de lumpen aristocrático), que diz ser "o povo" (o que lha dá, "a se", uma legitimidade incontestada, como se todos os outros fossem "não-povo", "extra-povo"ou "anti-povo"), o governo prossegue as políticas que dão satisfação (designadamente financeira, que é a que imediatemente importa) àqueles neoburgueses proletários e lumpen aristocráticos. E estes retribuem apoiando, acriteriosa, incondicional, mas interesseiramente, o governo e o PS, porque "são dos nossos", são ""povo" como nós" e "ajudam os pobres"!
Pode perfeitamente chamar-se a isto a política da "cevada a picar (reciprocamente) na barriga"!

O resto... Bom, o resto é literatura ...

Parafraseando Eça para ilustrar esta nossa realidade, no que de pior ela tem e nos pode dar, vamos (continuar a) ter "sobre a nudez crua da verdade, o manto diáfano da fantasia".

Face-lift

quinta-feira, 21 de julho de 2005
Como se pode ver a pharmácia de serviço sofreu um face-lift!
Ficou muito mais bonita (para quem goste) e apta a satisfazer todos os excelentíssimos fregueses, mesmo os mais exigentes (ainda que não disponha de livro de reclamações).

É evidente que com tanta "obra" nem tudo podia correr bem e o contador de visitantes "foi-se". Já está encomendado um outro, do mais moderno e atraente que se fabrica.

Espera-se agora que esta nova roupagem seja mais "agradável à vista" e por isso atraia mais visitas e links.
O conteúdo esse continua com a qualidade de sempre a que já nos habituou.
Nem sabem o que perdem se não consumirem os nosso "remédios"!

Desculpas "esfarrapadas"

O primeiro ministro pinto de sousa bem deve estar agradecido ao ministro das finanças que aceitou a divulgação da sua "demissão" como tendo por base razões de cansaço, pessoais e familiares.

É evidente que este "conjunto" de reazões serve apenas para confirmar que não foi exactamente pelos motivos apontados que o ministro "saiu" do governo.

Ainda assim, será aconselhável ir ao médico por causa do cansaço!

Para relaxar, no período de férias que diz ir gozar, nada melhor que escrever mais uns artiguinhos, para o Público dominical.

Ajudantes de ministro

Então e os secretários de estado do ministério das finanças mudam ou ficam os mesmos?

América amiga

O novo (até quando?) ministro das finanças até é doutorado por uma universidade norte-americana: a Universidade da Carolina do Sul.

Será que temos aí o "capitalismo" "puro e duro"?

Desenvolvimento

Verdadeiramente útil, motor do desenvolvimento e atractivo turístico era a construção de umas pirâmides ainda maiores que as do Egipto!

Isso é que era!

Temos obras ...

É por demais evidente que a saída (devido a empurrão) do ministro das finanças Campos e Cunha, representa inequivocamente a vitória da política do gasto em detrimento da política de poupança, a vitória do betão sobre a inteligência, a vitória da demagogia sobre a racionalidade, a vitória dos que "cavalgam" o estado sobre a consolidação da economia, a vitória do popularucho sobre a razão, a vitória da débacle sobre o equilíbrio.

Ora "atão", "bamos" às "ovras" p'ra "desembolber" o país...

Será que Freitas tem razão ....

... no que pensa sobre os americanos?

Então não é que há por aí uns americanos que decidiram pedir a "revogação" da atribuição do Premio Nobel a Egas Moniz, por causa dos resultados da aplicação da leucotomia na América?

O que estes americanos não dizem é que na América - exagerada e infantil como sempre - a técnico proposta por Egas Moniz, e que mereceu o Nobel, foi desenvolvida e aplicada ("à grande"), por vários médicos (Walter Freeman e James Watts, Lyerly-Poppen, Strecker) , de modo mais ou menos indiscriminado, com os resultados conhecidos.

O problema não é a técnica - que hoje, perante os avanços da medicina e da farmacologia está completamente posta de parte, mas que nos anos 30 do século passado representou uma esperança para situações irremediaveis.

O problema reside em quem faz a sua aplicação.

Ora uma técnica destas aplicada por um americano - que é um tipo que se deleita a correr ao longo dos lados de um quadrado enquanto um outro atira uma bola para os quintos de madrid - podia perfeitamente dar em exagero, como aconteceu.

Agora, para colmatar os efeitos abstrusos de uma aplicação excessiva e anormal de uma técnica, pretender que seja retirado o Nobel a quem a descobriu, só pode ser sinal de insanidade.

Contas de somar

O governo tomou posse a 12 de março;

de 12 a 31 de março - 19 dias;
mês de abril - 30 dias;
mês de maio - 31 dias;
mês de junho - 30 dias;
mês de julho - 20 dias

total - 130 dias

este ministro das finanças "aguentou-se" 130 dias, apesar de váriadíssimos percalços!

registe-se que este "record" na pasta das finanças, no momento e circunstâncias conhecidas, mereceu a total aceitação do presidente da república.

Apostas II


Souness está com sorte!

O nosso ministro das finanças saiu (ainda) primeiro que ele!

Que pena não haver apostas!

Qual será o próximo (ministro, entenda-se)?

Leverage buy out


O ministério das finanças mudou de mãos, numa operação de management buy out.

Apostas

quarta-feira, 20 de julho de 2005
Souness é o primeiro a ser despedido, vai uma aposta?

Será que também aceitam apostas para ministros do actual governo?

Universalidade


A "silly season" chega a toda a parte ...

Campanha para retirar Nobel da Medicina a Egas Moniz
Familiares de pacientes que sofreram lobotomias querem que seja revogado Prémio atribuído em 1949 ao neurologista português que consideram «um erro»

Não faltava mais nada ...

UE espera que Lisboa pondere investimentos públicos
E tenha em conta o possível impacto no défice e na dívida

É absolutamente intolerável a forma como a UE vem alertar para problemas internos que só a nós dizem respeito!
Ainda se os nossos investimentos pusessem em causa o futuro das comunidades! Mas não!
É apenas o nosso orçamento e o nosso futuro que fica completamente hipotecado!
Os fundos comunitários, esses, são completamemente "esturraçados" (aliás o que, as mais das vezez, lhes tem acontecido, sem drama!). Ainda assim nada pode ser razão para pânico nem justifica aquelas afirmações (a UE já devia saber das nossas capacidades!).

Estranha-se a falta de comunicação do governo sobre a matéria, ainda que se possa compreender - o Prof. Freitas está ausente do país e o coordenador autárquico do PS, Coelho de apelido, (agora) só fala sobre autárquicas!

Calmex ...

Afinal aquilo da Ota e TGV são só projectos! Nada de aviões e combóios! Bom, bom ....

Ainda assim, lá se vão mais 650 milhoes de euros ... (é o relançamento da economia - as consultoras agradecem!)

O período experimental

Aquela do Miguel rescindir unilateralmente o seu contrato de trabalho com o Benfica, alegando que se encontrava no decurso do período experimental, pode mesmo considerar-se "genial"!

Não lembra ao diabo ...

Estão a ver?

terça-feira, 19 de julho de 2005

Não há desentendimento entre Madeira e Índia

A embaixadora da Índia em Lisboa, Vijaya Latha Reddy, disse hoje, no Funchal, não haver qualquer desentendimento entre a Índia e Portugal e, em particular, com a Região Autónoma da Madeira
.

O problema é mais ao lado - é com os "chinocas"!

(lá está! - silly ...!)

É disso ...

Segundo Almeida Santos, nos executivos do PS «sempre houve liberdade de pronunciamento por parte dos ministros em relação às políticas do governo».

Assim, aguarda-se a todo o tempo, posição crítica de Sócrates sobre o governo, a sua política e os seus ministros!

Efeitos da silly season

Ao que parece, o governo continua a sua saga de prosseguir a aprovação da medida estutural de redução da duração do período de férias dos tribunais.

No que toca ao Tribunal Constitucional - que, nos termos da Lei do Tribunal Constitucional, goza férias de 15 de Agosto a 14 de Setembro, ou seja um mês - o governo, ao abrigo desta portentosa inicitaiva, pretende que este ilustre tribunal passe a gozar férias de 15 de Julho a 31 de Agosto, ou seja durante um mês e meio.

Uma evidente e drástica redução!

Como se pode constatar, a silly season é uma realidade!

Nem se estranhe que o governo, daqui a uns tempos, quando for mais (demagogicamente) conveniente, venha dizer que o Tribunal Consitucional tem o privilégio de ter um mês e meio de férias!

Protejam-se ...


A silly season está a atacar!


O sal no Algarve ...

segunda-feira, 18 de julho de 2005
Águas do Algarve admite falhas no abastecimento nas horas de maior consumo

O abastecimento de água no Algarve poderá sofrer falhas, principalmente entre as 18h00 e as 21h00, se os particulares e as autarquias não pouparem, alertou hoje o administrador da Águas do Algarve.


O que o Algarve tem de verdadeiramente agradável é chegar-se a casa ao fim da tarde, vindo da praia ... e ter que se sair à noite mais salgado que um bacalhau!

Outra graçola ...


Só pode ser uma graçola aquela do Ministro das Finanaçs vir dizer, num artigo de opinião (ou de propaganda) saído no Público de ontem, que há investimentos públicos que não são bons ...

Mais uma graçola ...

sexta-feira, 15 de julho de 2005
... recebida por @mail.

Comunicado Oficial do Gabinete do Preimeiro Ministro:

«O Governo faz saber que, como medida de contenção de despesas e tendo em consideração a actual situação das contas públicas, a luz ao fundo do túnel será desligada, até nova ordem.»


Francamente! Não se comprende que, no estado em que o país está, ainda haja pessoas que dêem atenção e percam tempo com escritos deste jaez. Não há mesmo paciência ...

É por estas e por outras que o país não avança! Sempre a brincar! Sempre a brincar com coisas sérias ...

Ora vejam lá se tem algum jeito algum governo ou mesmo um primeiro ministro mandar apagar a luz ao fundo do túnel !!!

Então depois como é que sabíamos se já tínhamos chegado ao fundo do túnel?


Proposta cor -de-rosa

Condoleezza Rice aceita propostas de Freitas


Entenda-se: proposta de cooperação bilateral - em áreas como a ciência e a inovação tecnológica - mas entre os respectivos estados: os Unidos e este aqui, na borda da Ibéria, completamente ao "Deus dará"!

Bloque(io)

Ministro desvaloriza parecer do Conselho Superior do Ministério Público sobre projecto de redução de férias judiciais.

Não há "força de bloqueio" que "bloqueie" o governo!

200 anos mais tarde ...

quinta-feira, 14 de julho de 2005
Napoleão Bonaparte, usava sempre, durante as batalhas, uma camisa de cor vermelha, pois se fosse ferido, o sangue não se notaria na sua camisa vermelha e os seus soldados não se preocupariam e também não deixariam de lutar. Toda uma prova de honra e valor.
Duzentos anos mais tarde, Sócrates usa sempre calças castanhas.

Disclaimer:

Esta graçola foi recebida por @mail!
Não era para ser publicada, por conter alusões a guerras, violência e sangue.
Contudo, ponderados os prós e os contras (com a devida licença da Fátima Campos Ferreira) achou-se de toda a utilidade a sua divulgação, pelo alerta que contém sobre a cor castanha
.

Sondagens

Os resultados da sondagem da Católica sobre as eleições para a Câmara Municipal de Lisboa (hoje no Público- preço € 0,85, que na net, nada!) só nos podem deixar siderados !

Ora vajamos:

Perguntaram a umas tantas pessoas quais dos vários candidatos à CM de Lisboa era o mais (tem mais) ...

honesto
- Carrilho 9%
- Carmona 22%

competente
-
Carrilho 12%
- Carmona 28%


capaciadade de liderança
-
Carrilho 11%
- Carmona 26%


bom senso
-
Carrilho 11%
- Carmona 26%


capacidade para resolver os problemas de Lisboa
- Carrilho 12%
- Carmona 30%

Pois não é que a mesmíssima dita sonadagem, quando aborda o previsível resultado da eleições autárquicas, dá a vitória a Carrilho! Irra!

Em face disto, cada um que pense o que quiser das sondagens ... (e, já agora, dos "alfacinhas"!)

Praças e mercados

Carrilho promete construir oito novas praças na cidade


A medida vai ter um enorme reflexo na bisca lambida e na sueca, com evidentes benefícios de carácter social, visando a inclusão dos mais velhos que assim vão ter mais praças (ajardinadas e/ou betonizadas) onde, ao sol mas cada vez com maior solidão, poderão arrastar os ossos no final das suas vidas.

Para dar um ar de côr, frescura e porque não um pouco de cultura, a esta inciativa, já foi definida a toponímia daqueles novos espaços urbanos:

1. Praça de D. Diniz - em alusão a um rei português que tinho o mesmo nome do filho do candidato proponente. Curiosamente a mulher desse rei, que infelizmente não se chamava Bárbara, era também uma figura muito popular à época, não tanto por causa da televisão, mas porque distruibuía pão gratuitamente pelos cidadãos governados pelo seu marido (eventualmente, poderá ser equacionada uma acção deste género na campanha autárquica).

2. Praça de Santa Bárbara - para fazer par com a rua de Santa Bárbara, santa a quem, por sinal, foi dado o mesmo nome da mulher/esposa (riscar o que não for socialmente correcto) do candidato proponente. Por outro lado - não obstante todos os entes autárquicos serem laicos ainda que lhes saiba muito bem os votitos dos católicos - a invocação de Santa Bárbara pretende também contribuir para o afastamente das trovoadas e maus tempos afins.

3. Praça de D. Manuel - em memória d' «aqueles que por obras valerosas» como a que ora é proposta «se vão da lei da Morte libertando», já premonitorimente cantadas há quinhentos anos, por um poeta de então; curiosamente, nessa época, houve também um homónimo rei português que mandou construir um mosteiro e uma torre para as bandas do Palácio de Belém, a propósito de umas passeatas de barco - façanhas que, ainda assim, não se comparam à construção de oito praças.

4. Aéropago - para celebrar a cultura e filosofia gregas, das quais a cultura e folosofia de hoje nunca deixarão de ser tributárias. Ao mesmo tempo servirá também para a realização de programas de televisão apresentados pela mulher/esposa (riscar o que não for socialmente correcto) do candidato proponente.

5. Jardim do Prado Verdejante - espaço "verde", especialemente criado para deleite (e convívio com outros coelhos [que aí serão largados, como o foram os esquilos em Monsanto]) do coordenador autárquico do partido do candidato proponente, que umas vezes acha que misturar a vida social com política é uma grande porcaria, e outras vezes já é uma coisa limpa - o que necessariamente só pode depender das "cores" das pessoas cujas vidas sociais se misturam com política e da vontade de ganhar uma câmara nem que seja com "filosofias" baratas ou apresentadora de televisão que é mulher/esposa (riscar o que não for socialmente correcto) do candidato proponente.

6. Praça Diniz Maria - por motivos óbvios.

7- Praça Bárbara Guimarães - por motivos óbvios.

8 - Praça Manuel Maria Carrilho - ad perpetuam rei memoriam.

Etiqueta e boas maneiras

quarta-feira, 13 de julho de 2005
Ao embrulhar, numa folha de um conhecido diário portuense, para melhor o proteger dos embates, um frasco de água de rosas a aviar juntamente com um pacote de saltratos, saltou à vista uma notícia deveras curiosa.

A folha era da conhecida gazeta O Comércio do Porto e a edição era a do dia 9 de Julho corrente.

Rezava assim a dita prosa:


Ministro em causa
Ambiente de cortar à faca nas CCDR

O Governo decidiu modificar a lei, passando os novos presidentes da Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) a ser nomeados. À espera que o decreto-lei seja publicado em Diário da República, o Ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Regional, Nunes Correia, lá vai gerindo como pode esta dossiê. Mas o ambiente está de tal forma deteriorado entre a tutela e quem dirige as comissões que já se trocam cartas de demissões com as respectivas respostas a serem feitas não por quem de direito, mas por chefes de gabinete. Nem uma palavra de agradecimento e/ou justificação pela decisão tomada. “Este governo é bem pior que o de Cavaco Silva. Sem dúvida, mais centralista”, dizia, um dia destes ao COMÉRCIO alguém ligado às CCDR. E, como diz o povo, “a procissão ainda vai no adro”, porque há sempre indemnizações a pagar nestas ocasiões. Entretanto, as demissões vão continuar. Quanto aos novos presidentes das CCDR só lá para Setembro depois de umas retemperadas férias de Verão.


Não se percebe, contudo, a “admiração” implícita em toda a notícia.
Nada no que nela é dito constitui novidade ou, afinal, motivo para admiração alguma!

O governo, capitaneado pelo primeiro ministro pinto de sousa, tem sido exímio na pratica de um novo conjunto de regras de etiqueta e boas maneiras, desigandas por
“galeguices”, relativamente a todos os que “não se deitam” perante a sua palavra e vontade, ou não são “rosinhas” (sendo que, por razões politicas óbvias e por outro tipo de razões cada vez mais “orgulhosamente” na moda, quem hoje não seja “rosinha” está sujeito a um mais que justificado “ostracismo”).

Um dos mais visíveis artistas nestas novas, mas agora “habituais”, regras de “etiqueta e boas maneiras” tem sido o ministro da saúde, que tem provocado sucessivas demissões, apenas e tão somente com recurso ao expediente de “não passar cartucho” a quem está "mortinho" para "ver pelas costas", por ocupar lugar destinado a um "boy".
Deste modo, vários altos dirigentes de estruturas da área da saúde têm pedido a sua exoneração, completa e avassaladoramente “esmagados” pelo excesso de etiqueta e reiteradas provas de tanta boa educação.

Outros ministérios, face à mais que demonstrada eficácia do método, passaram a actuar do mesmo modo.
O exemplo supra referido é um exemplo claro deste estado de coisas.

Dito isto, não é de estranhar que, como relata a notícia, a aceitação de um pedido de exoneração formulado por um dirigente de uma CCDR, que é equiparado a director geral, lhe seja comunicado pelo chefe do gabinete, ou neste caso pela “chefa” de gabinete (e que também já tinha sido adjunta do ministro Amílcar Theias - o que também não é lá grande coisa …).

Já se está mesmo a ver o estilo da prosa “comunicativa”:

Ao presidente da ccdr (tudo em minúsculas, para “achincalhar” mais …)

Encarrega-me Sua Excelência o Senhor Ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional de lhe comunicar que o seu pedido de exoneração foi aceite, mas como apenas se pretende nomear um novo presidente a seguir ás férias de verão e às autárquicas – porque temos que ver primeiro que malta é que leva uma “abada” nas eleições e fica desempregada – vai ter que “aguentar os cavalos”, em exercício de funções, até ser definitivamente “corrido” – o que não deixará de notar quando chegar o momento.

Com os melhores cumprimentos

A Chefe do Gabinete


Acontece assim porque, neste momento, para começar a “virança” (termo novo do léxico BE) na cor das CCDR (excepto a de Lisboa e Vale do Tejo, que não precisa de nova “pintura”) o governo aguarda ainda a publicação (1) de um novo decreto-lei, já por ele aprovado em Conselho de Ministros, que altera o regime actual de nomeação dos presidentes das CCDRC (nos quais os Conselhos Regionais tinham intervenção), e que passa a atribuir esse poder de nomeação, em exclusivo, ao governo.
A aprovação deste diploma destina-se, por um lado, a evitar que, por força da aprovação, na Assembleia da República, da nova lei sobre as “novas” regras de nomeação para os altos cargos da administração pública, o cargo de presdiente da CCDR passe a ser um daqueles em que o dirigente se mantém em exercício de funções para além ou independentemente da mudança do governo, e por outro a permitir que o governo retire quem lá está e nomeie para lá quem bem lhe apetecer sem qualquer entrave do Conselho Regional, onde têm assento todas as Câmars Municipais (o governo já deve estar à espera de uma completa "débacle" nas autárquicas).
É evidente que após ter feito as suas nomeações e depois da publicação das "novas regras" para nomação de dirigentes, o governo do engenheiro pinto de sousa há-de arranjar um qualquer motivo para voltar a alterar a orgânica das CCDR (por exemplo a propósito da reforma das CCDR ou da reforma da administração pública) de modo a que o cargo de presidente passe novamente a ser um daqueles que se mantém para além da mudança de governo.

Com esta pequena “manobra” o governo PS assegura-se de que à frente da gestão dos milhões de euros dos fundos do próximo e último quadro comunitário de apoio (mais conhecido por “massas de Bruxelas”), estejam presidentes “rosinhas” com os quais qualquer novo governo de outra “cor” vai ter que aguentar, enquanto não arranjar modo de se ver livre deles.
E quando tal vier a acontecer já será irremediavelmente tarde no que aos fundos comunitários toca: tal como aconteceu com o governo Barroso, quando um novo governo de nova cor chegar ao poder, já não haverá um tostão disponível de fundos europeus, todos eles comprometidos com uma imensidão de projectos já aprovados nas respectivas “unidades de gestão” capitaneadas pelo presidente “rosinha”.

E é este o actual estado das regras de cortesia e bom trato!

Há muito, muito tempo, ensinava-se nas escolas primárias – quando ainda havia escolas primárias, quando ainda havia professores primários, e quando esses professores primários ensinavam, em quatro anos de escola primária, muito mais das ciências do saber e da vida que todo o actual sistema de ensino em doze – ensinava-se então nas escolas primárias o aforismo de que “quem semeia ventos, colhe tempestades”.
Para bom governo, de cada um e de todos ….


(1) Nota de pé de posta, "pós-posta": O desejado decreto-lei foi hoje "dado à luz", tendo-lhe sido dado o bonito nome de Decreto-Lei nº 114/2005, de 13 de Julho.

"Chumbos" em massa!

terça-feira, 12 de julho de 2005
Perante a hecatombe dos exames nacionais do 9º ano, começa o (já tradicional) coro de reacções, a sacudir a água do capote (em face de resultados que, num país com cabeças responsáveis governadas por responsáveis com cabeça, fariam certamente “rolar”, ao menos, algumas delas. Mas como não se pode fazer “rolar” o que não há …)

A ministra da educação – cujo ministério, desde há muitos anos, nem sequer é capaz de dar instrução quanto mais educação – começou por
desresponsabilizar alunos e professores porque a culpa da quantidade absurda de “negativas” em ambas as disciplinas em apreciação resultou de “problemas de condições de ensino e de aprendizagem”.

Resumindo: é do sistema!

É evidente que à senhora ministra não convém hostilizar mais os sindicatos de professores (a ver se as medidas de “contenção” do governo passam sem mais greves ou sem necessidade de dar “contrapartidas” de “valor” muito superior aos daquelas medidas, como já está a acontecer na GNR e PSP e militares), nem assacar aos meninos a sua bandalheira e falta de estudo (senão os papás e as mamãs [se bem que não todos, felizmente] e os meninos “matulões” (que já tinham mais que idade para trabalhar mas ainda só estão no 9º ano) vêm dizer que o estado faz exames quando devia fazer “passagens administrativas” (como no tempo do PREC).

Para os sindicatos é evidentíssimo. “Duas razões numa só” explicam a “dêbacle”:


- os exames foram mal preparados pelo Ministério da Educação, o que contribuiu para os resultados negativos obtidos a Matemática onde sete em cada dez alunos do 9º ano chumbaram e mais de um quinto dos estudantes tiveram a classificação mais baixa numa escala de um a cinco - números estes "completamente intoleráveis".

- "É completamente ilegítimo" culpar os docentes pelos maus resultados dos alunos, pois "não se tomaram medidas no sentido de as metodologias usadas pelos professores serem orientadas para os exames nacionais".

Resumindo: a culpa é do ministério!

A estas vêm “ajuntar-se” outras “pérolas” do seguinte género:

"A ausência de uma prova modelo que tivesse sido testada pelos alunos e que os preparasse antes do exame também contribuiu (para os resultados), assim como o início tardio do ano lectivo".

É preciso combater a ideia de que é normal ter maus resultados a Matemática, logo no pré-escolar, a partir dos três anos de idade",

É preciso uma melhoria da formação inicial dos professores de Matemática e a promoção da formação contínua destes docentes.

“É preciso promover um aumento das qualificações dos adultos, uma vez que os pais dos alunos que hoje têm insucesso a Matemática já tiveram, também eles, maus resultados na disciplina, tendo por isso dificuldade em ajudar os filhos".

Resumindo, a culpa é:

- de não haver uma disciplina que prepare exclusivamente os alunos para a feitura de exames – que se poderia chamar de “examinologia”, e que lhes permitiria imediar e aperfeiçoar a ciência de responder a perguntas sobre a matéria ensinada!

- de não haver no programa escolar uma disciplina que ensine o que vai ser perguntado aos alunos nos exames – que se poderia chamar de “matemática” quando as perguntas incidissem sobre números, e “português” se as questões examinativas tivessem letras por objecto.

- da insuficiência da formação inicial dos professores - o que significa que o produto de uma formação inicial insuficiente de professores não é um professor mas um “quase-professor”, que, por isso, não deve ensinar por não deter a habilitação suficiente para tal. Ora, se não deve ensinar, para quê a formação contínua de quem nem sequer tem a formação básica?

- do leite da mãe e do leite em pó, até 1 ano de idade, das papas milupa e cerelac a partir dessa idade, já que deviam conter um ingrediente que abrisse o “apetite” do “infante” para a matemática e o português escolares, e lhe despertasse a facilidade na realização de exames no 9º ano quando até então nunca fez nenhum exame e “transitou” de ano sempre “ao colo” dos professores (por causa da chatice da justificação das “retenções”, vulgamente “chumbo”) ou dos papás (que acham que o filhinho, apesar de um absoluto ignaro, deve sempre passar de ano, para não ficar “traumatizado” e porque com o tempo há-de aprender).

- dos pais que também tiveram negativas a matemática, porque não sabem matemática para ensinar aos filhos que, por via disso, tiveram agora negativa a matemática. Ora, como se sabe, é pressuposto evidente e indispensável do bom funcionamento do actual sistema público de ensino, a atribuição aos pais, (ou substitutivamente, aos “explicadores”, essa “indústria” não tributada, necessidade ou verdadeira “indispensabilidade”, “criada” por esse sistema, não se sabe bem [ou não se quer saber] porquê e para quê ….) do ensino, em casa, do programa oficial de matemática que devia ser ensinado e devidamente avaliado nas escolas.
Contudo, porque nem todos os pais sabem, podem desenvolver estas “competências” ou fazer-se substituir por “explicadores”, os filhos destes engrossam as estatísticas de insucesso escolar.


E chama-se a isto sistema democrático de ensino público.

Défice

Bruxelas abre procedimento por défice excessivo contra Itália

Será que em Itália foi também o Governador do Banco de Portugal que determinou o défice! Estão desgraçados!

Pobreza

Ex-secretário de Estado do PSD concorda com OTA
Feliciano Barreiras Duarte discorda das críticas de Marques Mendes ao projecto

O deputado do PSD e ex-secretário de Estado Feliciano Barreiras Duarte elogiou hoje o Governo socialista pela decisão de avançar com o novo aeroporto da Ota, discordando das críticas do líder "laranja", Marques Mendes, ao projecto.

"Nesta matéria, o PSD do distrito de Leiria tem razão para dizer que o Governo PS veio ao encontro dos interesses do distrito", afirmou Feliciano Barreiras Duarte, que se escusou a comentar as motivações que levaram Marques Mendes a criticar no Parlamento o anúncio da construção do aeroporto da Ota e a linha de TGV.

"Penso que o doutor Marques Mendes não está a ver bem a questão", afirmou hoje Feliciano Barreiras Duarte, considerando que o novo aeroporto é decisivo para o futuro do turismo nacional e que esta sua posição é partilhada por muitos deputados e dirigentes do PSD.

O deputado social-democrata espera agora a concretização das promessas do Governo, até porque, disse, o grupo de pressão em favor do aeroporto localizado em Rio Frio "já se começou a mexer", em artigos de opinião na imprensa, defendendo outra localização ou a manutenção da Portela.

No que respeita ao TGV, Feliciano Barreiras Duarte disse esperar que o actual Governo contemple uma estação na região de Leiria e não dê prioridade somente às ligações a Espanha e ao futuro aeroporto da Ota.

No domingo, também a presidente da Câmara de Leiria, Isabel Damasceno (PSD), destacou a importância da construção do novo aeroporto da Ota para o desenvolvimento do país, não subscrevendo as críticas de Marques Mendes ao projecto.

Em declarações à Agência Lusa no domingo, Isabel Damasceno disse não ter o "mesmo ponto de vista" do líder do PSD, considerando a construção do novo aeroporto "importante para o desenvolvimento do país e da região" e defendendo o início dos trabalhos.


Ora aqui está um exemplo claro e expressivo da “nossa dimensão”, ou melhor, da “dimensão” dos nossos políticos e “daquilo” que os move.

Exemplo de “pensamento” tanto mais expressivo não só pelo que explicitamente revela quanto ao que a ele subjaz.

- O aeroporto da Ota é “importante” para a região de Leiria – portanto dever ser feito!

- Um novo aeroporto é importante para o turismo em Portugal – e portanto faça-se um aeroporto na Ota quando todo o turismo tem (ainda) a sua grande expressão no Algarve (mas não há previsão de ligações “decentes” entre a Ota e o Algarve).

- Um novo aeroporto é “importante” para o desenvolvimento do país – desde que tenha movimento ou acrescente movimento ao aeroporto que venha substituir. Mas isso não depende do aeroporto. Depende antes da importância estratégica do país, da vitalidade da sua economia, da vontade dos operadores aéreos e das solicitações dos utentes. Se nada disto existir o “novo” aeroporto fica “às moscas”.

- Um novo aeroporto é “importante” para o desenvolvimento da região - desde logo, porque enquanto é construído “gera” uma riqueza “artificial” que dá um arzinho de prosperidade à zona “circundante”. E como vai demorar a construir uns tempinhos … quem vier depois que se arranje com o efeito “depressivo” na região causado pelo termo das obras!

- O TGV é um comboio de alta velocidade, que apenas aproveita todas as suas potencialidades em percursos longos e sem paragens intermédias – assim, o melhor é colocar logo uma “paragem” na região de Leiria (permite-se sugerir um “apeadeiro” para aligeirar os custos!). Espera-se que as outras regiões por onde irá passar o TGV não se lembrem do mesmo!

Com o TGV e a Ota vamos entrar na “terceira era” do betão!

Continuamos, hoje como ontem, pobres e insuficientemente desenvolvidos. Mas gostamos de “vestir” caro.

Hoje, como ontem, “pobretes mas alegretes”.

Que lamentável pobreza intelectual!

Falta de juízo

Justiça: novos tribunais sem juízes
Não há juízes para os cinco juízos de execução que António Costa vai criar. Ministro lançou ideia sem articular com magistratura.


Primeira nota: O melhor era deixar como está: os juizos sem juizes; talvez assim funcionassem!

Segunda nota: O Costa, Alberto, está desgraçado! Ninguém acredita - nem mesmo jornalistas - que é ele o ministro da justiça! E então, sempre que há novidade, mesmo que redunde em mais uma "bronquice", lá vem à baila o António - o verdadeiro Costa!

Escolas

Primeira escola sem livros criada nos EUA

Nós cá é mais escolas sem professores ou sem alunos!

(des)Proporções

segunda-feira, 11 de julho de 2005

“A mensagem que emerge em direcção à Europa e ao mundo é a de que a Constiruição não está morta depois dos votos na França e na Holanda”, declarou Juncker.

Os luxemburgueses aprovaram hoje [ontem], por referendo, a Constituição Europeia, por 56,52 por cento dos votos. O “não” obteve 43,48 por cento.

Se o Luxemburgo tivesse votado ‘não’, a Europa estaria numa crise ultra-grave. Com esta votação, continuamos em crise mas esta deixa ver no horizonte elementos de optimismo”, acrescentou.

Isto é que é verdadeiro patriotismo (e auto-convencimento europeu!).

Está visto: os países - como os homens - não se medem aos palmos!

Fogos

sábado, 9 de julho de 2005

Sabe-se, pela comunicação social, que o país está em chamas - como nos anos anteriores.
Sabe-se, pela comunicação social, que os fogos estão a ser combatidos - como nos anos anteriores.

Não se sabe, pela comuncção social, se o combate é eficiente - contrariamente a anos anteriores.
Não se sabe, pela comunicação social, se oe meios, desigandamente os aéreos, estão presentes a tempo e horas e se são adequados - contrariamente a anos anteriores.
Não se ouve nêm vê na comunicação social entrevistas pungentes a pesoas afectadas pelo fogo sobre a ausencia ou insufuciência de meios de combate aos incêncios - contrarimente a anos anteriores.
Não se ouve nêm vê na comunicação social reportagens inflamadas e alarmentes de reporteres "incendiários" (leia-se especialistas em incêndios e no seu combate) sobre as situações de incêndio - contrarimente a anos anteriores.

Os fogos são os mesmos; os critérios (naturalmente ... jornalísticos) é que são agora diferentes.

"Decreto-Lei na hora"

sexta-feira, 8 de julho de 2005
A rapidez do processo legislativo do diploma do governo que aprovou o regime de constituição de sociedades "empresa na hora" (Decreto-Lei nº 111/2005) é de assinalar!

- foi aprovado em Conselho de Ministros em 30 de Junho, quinta-feira;
- foi promulgado pelo Presidente da República em 4 de Julho, 2ª feira;
- foi referendado pelo Primeiro Ministro em 5 de Julho, 3ª feira;
- foi publicado no Diário da República em 8 de Julho, sexta-feira!

A Imprensa Nacional, quando quer, faz milagres!

Tanto assim é que o decreto lei publicado na mesma edição do jornal oficial, logo ao seguir ao anterior "felizardo" (Decreto-Lei nº 112/2005), teve um tempo de gestação muito mais longo:

- foi aprovado em Conselho de Ministros em 2 de Junho;
- foi promulgado pelo Presidente da República em 23 de Junho;
- foi referendado pelo Primeiro Ministro em 27 de Junho, 3ª feira;
- foi finalmente publicado no Diário da República em 8 de Julho!


Moral da história: são todos decretos-lei, mas há uns decretos-lei que são mais decretos-lei que outros!

Que grande alegria ...


O começo da noite do próximo dia 9 de Outubro vai ser um momento de festa e felicidade porque:

- 308 cidadãos deste país vão esfregar as maõs de contente já que vão passar / continuar (riscar o que não interessa) a ser chamados de "Senhor Presidente da Câmara", a ter motorista, chefe de gabinete e secratária!

- 1738 cidadãos deste país vão esfregar as maõs de contente já que vão passar / continuar (riscar o que não interessa) a ser chamados de "Senhor Vereador" e, no mínimo, 436 deles a ter motorista, adjunto e secrtetária!

- 4252 cidadãos deste país vão esfregar as maõs de contente já que vão passar / continuar (riscar o que não interessa) a ser chamados de "Senhor Presidente da Junta" e a auferir uma remuneração mensal mais despesas de representação ou uma compensação para encargos !

- 6138 cidadãos deste país vão esfregar as maõs de contente já que vão passar / continuar (riscar o que não interessa) a ser chamados de "Senhor Membro da Assembleia Municipal" e a ter direito a senhas de presença!

- 9366 cidadãos deste país a esfregar as maõs de contente porque vão passar / continuar (riscar o que não interessa) a ser chamados de "Senhor Vogal da Junta" e a auferir uma remuneração mensal mais despesas de representação, ou uma compensação para encargos ou senhas de presença!

- 34541 cidadãos deste país a esfregar as maõs de contente porque vão passar / continuar (riscar o que não interessa) a ser chamados de "Senhor Membro da Assembleia de Freguesia" e a auferir senhas de presença!

Mas para além da alegria deste munícipes e fregueses há ainda que contar com a alegria (expectante) de, no mínimo (muito mínimo!):

- 308 futuros chefes de gabinete dos Senhores Presidentes das Câmaras Muncipais;
- 327 futuros adjuntos dos Senhores Presidentes das Câmaras Muncipais;
- 348 futuros secretários pessoais dos Senhores Presidentes das Câmaras Muncipais;

- 59 futuros adjuntos dos Senhores Vereadores das Câmaras Muncipais;
- 495 futuros secretários pessoais dos Senhores Vereadores das Câmaras Muncipais.

É verdadeiramente enternecedor, num país de tantas tristezas, constatar tamanha alegria!

Porcalhões ...!

Além dos médicos, entre cada doente (de acordo com delarações do senhor ministro da saúde), há também quem não lave as mãos após ir à casa de banho.

Ao menos podiam utilizar esta solução alternativa...!

Mudanças


Jorge Coelho anuncia novo ciclo de desenvolvimento
PS acaba com «tanga»

No novo ciclo, acaba-se a "tanga" e vai ser tudo nu!


Causas de espanto II


1. As declarações proferidas ontem por mário soares a um canal televisivo a respeito dos atentados em Londres e da sua razão de ser, para o que citou como exemplo Espanha, o facto de Aznar ter apoiado a invasão do Iraque e depois ter tido em troca o atentada de Atocha.

2. As referências morais dos tempos de hoje, onde o que é importante é ser morno, desenxabido e anómico.


Causas de espanto


1. A oratória do primeiro ministro pinto de sousa.
2. A cordialidade do primeiro ministro pinto de sousa.
3. A modéstia do primeiro ministro pinto de sousa.
4. A grandeza de alma do primeiro ministro pinto de sousa.
5. A corerência do primeiro ministro pinto de sousa.

6. A oratória do ministro costa, antónio.
7. A cordialidade do ministro costa, antónio.
8. A modéstia do ministro costa, antónio.
9. A grandeza de alma do ministro costa, antónio.
10. A corerência do ministro costa, antónio.



Top de mentiras

quinta-feira, 7 de julho de 2005

Retirado e adaptado de Contra o vento, nas terras de vera cruz.


AS MENTIRAS MAIS CONTADAS

1) ADVOGADO: - Este processo vai ser mesmo rápido.
2) VENDEDOR AMBULANTE: - Qualquer problema, volte cá que a gente troca.
3) ANFITRIÃO: - Já vão embora? Ainda é tão cedo!
4) ANIVERSARIANTE: - Vai estar presente na festa? A sua presença é a mais importante...
5) BÊBADO: - Sei perfeitamente o que estou a dizer.
6) CASAL SEM FILHOS: - Visitem-nos sempre que quiserem; adoramos as vossas crianças.
7) AGENTE IMOBILIÁRIO: - Em 6 meses ligam a água, gás, luz e telefone.
8) CHEFE DA ESQUADRA: - Esteja descansado. Vamos tomar todas as providências.
9) DENTISTA: - Não vai doer nada.
10) DESILUDIDA: - Não quero mais saber de homens.
11) DEVEDOR: - Amanhã, sem falta!
12) CANALIZADOR: - É da muita pressão que vem da rua.
13) FILHA DE 17 ANOS: - Dormi em casa de uma colega.
14) FILHO DE 18 ANOS: - Volto antes das 11.
15) GERENTE DE BANCO: - Trabalhamos com as taxas mais baixas do mercado.
16) INIMIGO DO MORTO: - Era mesmo boa pessoa.
17) JOGADOR DE FUTEBOL: - Vamos continuar a trabalhar cada vez mais…

18) LADRÃO: - Isto aqui foi um vizinho que me deu.
19) MECÂNICO: - É do carburador…
20) CONTRABANDISTA: - Tem garantia de fábrica.
21) NAMORADA: - A sério. Nunca dei um beijo a ninguém...
22) NAMORADO: - És a única mulher de quem eu realmente gostei...
23) NOIVO: - Casaremos o mais breve possível!
24) ORADOR: - Apenas duas palavras...
25) POBRE: - Se me saísse o jackpot do euromilhões dava dinheiro a toda a gente.
26) RECÉM-CASADO: - Até que a morte nos separe.
27) EMPREGADO DE SAPATARIA: - Depois alarga no pé.
28) SOGRA: - Entre marido e mulher não me meto.
29) BENEFICIÁRIO DO SUBSÍDIO DE DESEMPREGO: - Há 3 anos que procuro trabalho e não consigo nada...
30) VICIADO: - Esta vai ser a última.
31) POLÍTICO: Aceitam-se sugestões nos “genéricos de venda livre”.

Composição dos gabinetes ministeriais


Só para saber quantos lugares há nos gabinetes ministeriais.

Desmentido


É mentila! É uma mentila!
Em Poltugal, Madeila incluída no há chineses. Chineses só na China.
Em Poltugal há só lojinha de chineses que vender uns blinquedos chineses. E há uns lestaulantesinhos que selvem lefeiçõezinhas chinesas mas nada de implotância.
Pol isso não se pode dizele que há peligo de invasão.
Não há peligo de invasão nenhuma polque Poltugal já foi invadido há muito tempo!


........

- Frô? Ké frô? Ké frô?


Coragem


O primeiro ministro de Portugal reagiu aos atentados em Londres dizendo que as democracias não temem o terrorismo.

Até se pode acreditar que as democracias não temam o terrorismo; agora, o que é certo, é que este tipo de discurso não chega para evitar os ataques terroristas nem, fundamentalmente, para proteger contra eles os cidadãos dessas democracias.

Não é esperando que se consumem consecutivos martírios de cidadãos que confiam no estado (democrático) para os proteger, que se resolve este problema.

É preciso uma acção determinada desses mesmos estados democráticos contra as origens do problema.
E as origens, sabem-se bem quais elas são.