<body><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener('load', function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <div id="navbar-iframe-container"></div> <script type="text/javascript" src="https://apis.google.com/js/plusone.js"></script> <script type="text/javascript"> gapi.load("gapi.iframes:gapi.iframes.style.bubble", function() { if (gapi.iframes && gapi.iframes.getContext) { gapi.iframes.getContext().openChild({ url: 'https://www.blogger.com/navbar.g?targetBlogID\x3d12023629\x26blogName\x3dPharm%C3%A1cia+de+Servi%C3%A7o\x26publishMode\x3dPUBLISH_MODE_BLOGSPOT\x26navbarType\x3dTAN\x26layoutType\x3dCLASSIC\x26searchRoot\x3dhttps://pharmaciadeservico.blogspot.com/search\x26blogLocale\x3dpt_PT\x26v\x3d2\x26homepageUrl\x3dhttps://pharmaciadeservico.blogspot.com/\x26vt\x3d5339164314434841800', where: document.getElementById("navbar-iframe-container"), id: "navbar-iframe" }); } }); </script>

Pharmácia de Serviço

Há remédio para tudo ... pharmaciadeservico_at_gmail.com

Ai cantaste...!!! Agora dança...!!!

Durante anos vivemos à grande e à francesa. Durante anos julgámo-nos ricos e gastámos como se o fossemos.
Durante anos recebemos milhões em subsídios que gastámos em completas inutilidades ou delapidámos em monstruosas, mas sempre impunes, roubalheiras. Durante anos atirámos para o lixo todas as hipóteses de mudar a economia nacional, tornando-a desenvolvida, sustentável e moderna, preferindo optar por projectos megalómanos mas muito evidentemente "manhosos".
Durante anos julgámo-nos os "maiores", apenas preocupados em, "parôlamente", ostentar riqueza, como quaisquer "novos-ricos" tolos, em vez de optarmos por trabalhar afincadamente, poupar equilibradamente e investir ajuizadamente.
Durante anos andamos a exigir ao Estado aquilo que lhe competia fazer, mas, fundamentalmente,  aquilo que caberia a cada um de nós realizar - exigindo ao Estado como se o Estado fosse um estranho e não todos nós ou como se todos nós não tivéssemos que concorrer para o seu sustento e cuidado para que, então, ele pudesse também cuidar de nós.
Durante os últimos 38 anos pensámo-nos como uma país rico e próspero quando nunca saímos da "cêpa torta" da mais endémica e lamentável pobreza - a pobreza intelectual.
Durante os últimos 38 anos anos, enganámo-nos a nós próprios, recusando-nos a ver o que efectivamente somos e que toda a gente vê -  porque nos julgámos sempre mais do que éramos e porque nos custa ver a realidade. Não produzindo o que gastávamos, vivemos sempre, nesses anos, do que pedimos emprestado. E, mesmo vivendo do emprestado, não deixámos nunca de gastar como se nada devêssemos.
Perante este quadro da mais indigente e miserável pobreza, resta-nos agora ser confrontados com a crueza da realidade: BCE quer salários mais baixos para países em dificuldades ganharem competitividade.
« Home | Next »
| Next »
| Next »
| Next »
| Next »
| Next »
| Next »
| Next »
| Next »
| Next »

» Enviar um comentário